Obras serão mantidas e linha 15-Prata permanece fechada na quarentena, afirma secretário

O governo de São Paulo manterá as obras no trasporte público durante a quarentena que começa nesta terça-feira (24) em todo o estado. Entretanto, a linha 15-Prata permanece sem funcionamento durante o período.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, o secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, afirmou que obras serão mantidas tomando as precauções necessárias para evitar a proliferação do novo coronavírus entre os trabalhadores, mas sem prejudicar o andamento.

De acordo com o secretário, seguindo a orientação do governador do Estado de São Paulo, João Doria, as obras no transporte serão mantidas adotando as recomendações feitas pelo Comitê de Contingenciamento do Coronavírus do estado.

“É um sentimento que o cidadão precisa ter, as obras precisam ser continuadas.  Então afastamos as pessoas que pertencem ao grupo de risco e recomendamos evitar aglomeração de pessoas nos canteiros de obras.”

A proposta é que assim como as obras, todo o funcionamento do transporte público no estado de São Paulo seja mantido. Segundo ele, nas linhas 1, 2 e 3 do metrô a redução já foi de 62% no número de passageiros, enquanto na CPTM foi de cerca de 50%.

Com o avanço da doença no Brasil, funcionários do transporte público paulista que fazem parte do grupo de risco foram afastados. Por conta disso, algumas entradas para estações foram fechadas e a operação de trens e ônibus metropolitanos foi reduzida em cerca de 35%, mas “sem prejudicar o funcionamento, principalmente nos horários de pico”.

A respeito do funcionamento da linha 15 – Prata do metrô, o secretário de transporte afirmou que, embora o funcionamento pudesse ter sido retomado parcialmente na segunda-feira (23), a linha continuará fechada para que as investigações sejam realizadas.

De acordo com ele, a decisão foi tomada devido a diminuição considerável no número de passageiros utilizando o transporte público durante a quarentena.

ABC

Baldy afirmou que ainda nesta terça-feira (24) fará uma reunião com os sete prefeitos do grande ABC, que decidiram interromper o transporte público municipal, para reverter a situação.

“Nós estamos com esse caso do grande ABC que eles não podem paralisar porque os profissionais de saúde, policiais civis também precisam de transporte. Então é fundamental a manutenção.”

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