‘A tristeza acabou matando ele’, afirma Paulo Marinho sobre morte de Bebianno

Para o presidente do PSDB, Paulo Marinho, a tristeza teria levado Gustavo Bebianno ao infarto fulminante. Em entrevista ao Jornal da Manhã neste sábado (14), Marinho afirmou que o ex-secretário de saúde não tinha problemas de saúde e estava entusiasmado por disputar as eleições municipais. O óbito ocorreu por volta de 5h30, em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Segundo o presidente do PSDB, Paulo Marinho, Gustavo Bebianno passou mal durante a madrugada deste sábado (14) e chegou a ser levado ao hospital de Teresópolis por volta das 4h. Bebianno teria sido atendido pela equipe médica local após sofrer uma parada cardíaca, mas não resistiu.

Para Marinho, o ex-ministro estava emocionalmente entusiasmado com a possibilidade disputar as eleições municipais do Rio de Janeiro.

“Gustavo Bebianno era uma pessoa de um carácter muito reto, não era do mundo da política. Era uma pessoa de uma generosidade imensa, um idealista, só abracava as causas que ele acreditava. Estava muito entusiasmado para disputar as eleições no Rio de Janeiro com a Prefeitura.”

De acordo com Marinho, o ex-secretário geral de Bolsonaro não tinha problemas cardíacos e gozava de plena saúde. Para ele, um dos motivos que levou Gustavo Bebianno a ter infarto foi a “tristeza que ele viveu em 2019”.

“Um dos motivos para a morte do Bebianno foi a tristeza que ele viveu durante o período do ano passado. Acho que essa tristeza acabou levando ele ao quadro de insuficiente cardio-vascular e acabou matando ele.”

Segundo Marinho, o enterro, provavelmente, acontecerá ainda neste sábado (14) em Teresópolis.

PSDB

Bebianno estava no PSDB do Rio de Janeiro há cerca de seis meses. A convite do governador de São Paulo, João Doria, o ex-ministro aceitou entrar para a legenda e estava, segundo Marinho, consolidando a liderança do partido no Rio de Janeiro. “Ele era muito adorado, estava se tornando o grande líder do PSDB o Rio.”

A respeito dos planos do partido para as eleições municipais fluminenses, Marinho afirmou que o partido “está vivendo esse momento de dor” e que não há planos no momento. “Nós todos estamos com muita tristeza, é a hora de confortar a família, os amigos e os filhos e refletir.”

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