Pandemia de coronavírus se tornou ‘bastante real’, diz diretor da OMS

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que a ameaça de uma pandemia do coronavírus se tornou “bastante real”. A afirmação acontece após seguidos pronunciamentos do diretor afirmando que a doença poderia ser contida.

Desde o início do mês, o Ministério de Saúde brasileiro defendia que a OMS deveria classificar o surto do novo vírus como uma pandemia. Segundo o secretário da pasta, Wanderson de Oliveira, o termo deveria ser adotado já que a doença se espalhou em em todos os continentes. Para ele, a OMS  deveria mudar seu posicionamento de contenção para mitigação da doença.

Entretanto, embora o chefe da organização tenha chamado a atenção para o fato, Tedros continua defendendo que, com ações decisivas e adiantadas, o mundo será capaz de desacelerar o coronavírus, evitando infecções”.

Ao todo, o Brasil já tem 35 casos confirmados do Covid-19, o novo coronavírus. Até o momento, não houveram mortes pela doença no país.

União Europeia
A União Europeia (UE) anunciou na terça-feira (10) que planeja criar um fundo de 25 bilhões de euros para enfrentar a crise econômica provocada pelo surto de coronavírus e para fortalecer sistemas de saúde nos países-membros do bloco.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen disse à imprensa que o bloco está pronto para utilizar todas as ferramentas disponíveis. Acrescentou que vai buscar aprovação dos países-membros e do Parlamento Europeu para as medidas.

O dinheiro deve ser utilizado para fortalecer sistemas de saúde dos países membros, bem como apoiar pequenas e médias empresas que têm sido afetadas pelo surto.

Unesco
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afirmou que autoridades educacionais no mundo concordaram em trabalhar em conjunto para que alunos possam continuar estudando em meio às interrupções provocadas pelo coronavírus. Representantes de mais de 70 países participaram, incluindo ministros da Educação.

Segunda a Unesco, os participantes discutiram meios de manter oportunidades educacionais a estudantes, já que muitas escolas encontram-se fechadas na Ásia, Europa, no Oriente Médio e na América do Norte.

A agência diz que planeja trabalhar com a Microsoft e outras organizações para desenvolver softwares capazes de permitir que alunos estudem em casa e planeja montar uma força-tarefa para elaborar medidas concretas.

*Com informações da Agência Brasil.

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